Inútil querer me classificar, eu simplesmente escapulo não deixando. Gênero não me pega mais.
Dar a mão a alguém sempre foi o que esperei da alegria.
Não é fácil lembrar-me de como e por que escrevi um conto ou um romance. Depois que se despegam de mim, também eu os estranho.
Não encontro resposta: sou. É isto apenas o que me vem da vida. Mas sou o quê? a resposta é apenas sou o quê.
Eu gostaria mesmo era de poder um dia afinal escrever uma história que começasse assim: “era uma vez…
Observo em mim mesma as mudanças de estação: eu claramente mudo com elas.
Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio.
Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave.